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Concurso: Logótipo para o projeto Ler e Comunicar

cartaz-concurso
Regulamento do concurso

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Semana da Leitura 2013 – EB 2,3 de Peso da Régua

FAÇA LÁ UM POEMA

No intuito de incentivar o gosto pela leitura e pela escrita, o Plano Nacional de leitura e o Centro Cultural de Belém, numa iniciativa conjunta, convidaram todas as escolas do país a participar no Concurso de Poesia FAÇA LÀ UM POEMA.

O Concurso decorre entre janeiro e março de 2013 e terá a sua Final no dia 24 de março de 2013. Nesta data, celebra-se, no Centro Cultural de Belém, o DIA MUNDIAL DA POESIA em cujo Programa será integrada uma simbólica entrega de prémios aos vencedores.

Poemas selecionados e enviados para concurso em representação do Agrupamento:

1º Ciclo:

A família dos planetas

Juliana Sousa, 4.1, Centro Escolar Alagoas

2º Ciclo:

Viver na poesia

Cristina Bao, 5º 3, Escola EB 2,3

3º Ciclo:

Olhar…

Paulo Alexandre Mesquita Pereira, 8º E, Escola Secundária

Ensino Secundário:

À Beira-Amar

Patrícia Helena Silva Soares, 11º A, Escola Secundária 

Visite a nossa biblioteca

Livro do Português Errante, de Manuel Alegre

ImagemNesta obra de Manuel Alegre, o título pode assumir duas aceções diferentes: português errante – homem oriundo de um país em deambulação pelo mundo; português errante – língua utilizada através de tentativa e erro.

Este livro aborda vários temas: o amor, a viagem errante, a vida, a morte, a religião…são poemas que nos mostram desde uma visão crítica da sociedade, ao lado mais pessoal e introspetivo, passando pela visão dos mundos internos de quem escreve e de quem imagina.

Da minha experiência de leitura, posso afirmar que os poemas que constituem esta obra são fáceis de ler e de compreender. Os poemas deste Livro do Português Errante têm ora a simplicidade que tudo diz em poucas linhas, ora a complexidade de quem reflete o mundo pelas palavras certas.

Por fim, aconselho a sua leitura não só pelas razões que já referi, mas também porque se encontra disponível na biblioteca da nossa escola.

Ângela Mendes, 11º E

Anti-bonsai, de Maria Teresa Maia Gonzalez

ImagemAnti-bonsai é um livro constituído por contos, dos quais escolhi dois para apresentar à turma.

Todo este livro fala de sentimentos. Cada personagem de cada conto vai-se identificar com uma árvore que faz parte da sua história de vida. Assim, devido à sua temática, todos eles estão interligados.

Estes contos falam sobretudo da condição humana, de homens de mulheres nos momentos mais difíceis da sua vida. São uma forma de desabafo, para combater a angústia do tempo e da vida e para combater a força interior e exterior da memória de cada pessoa. Assim poderão esquecer um mau passado e viver o futuro, mas as “raízes” desse passado vão sempre ficar presas à memória de cada pessoa.

Por causa dessas “raízes” que se pendem ao longo do tempo à memória das pessoas, é que este livro se chama Anti-bonsai: os bonsais nunca são livres, as pessoas não os deixam crescer, constantemente são cortados; as pessoas também são assim, pois vivem presas a um passado que não as deixa ser livres.

Rita Vicente, 11ºE

Palavras à Solta, de Ângela Monforte

ImagemPalavras à Solta é uma belíssima obra de poesia da autora Ângela Monforte, natural do Peso da Régua. Ela faz questão de mencionar, nos autógrafos que deu nos exemplares que ofereceu à Biblioteca Municipal da Régua, que o seu coração sempre amará esta terra. A autora dedica o livro a todos os que acreditaram nela e lhe deram força para seguir em frente.

Na minha opinião, os poemas são sentimentalistas, mas também realistas. A autora é muito clara a escrever tudo o que lhe vai na alma, especificando tudo ao pormenor (acerca da vida, dos sonhos, da desilusão, do amor, da infância, sendo esta uma das coisas mais preciosas que um ser humano tem…). Já noutros poemas questiona-se acerca dos erros que poderia não ter cometido, de como será o futuro, falando muito da sociedade dos nossos dias, nomeadamente da miséria e da fome que determinadas pessoas passam.

Identifico-me com muitos dos seus poemas, por isso recomendo a todos este livro de fácil leitura que nos deixa com a sensação de que esta escritora passou uma fase difícil, com sofrimento, na sua vida.

Diana Marques, 11º E

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